Hoje tivemos que passar por uma situação complicada ao tentar realizar um trabalho em grupo. Foi quando o professor Crediné pediu que separássemos, em grupos, todos os pontos para uma boa postagem elencados por nós mesmos.
Não foi definido um passo-a-passo a ser seguido; não foi definido um critério para a criação de grupos; não fomos divididos em grupos, para facilitar o trabalho. Ou seja, algo totalmente novo se comparado à atividade anterior, da construção das plantas da casa. Com isso, gastamos um bom tempo discutindo como íamos realizar a tarefa, antes de iniciá-la.
O mais curioso foi perceber como tivemos dificuldade nesse passo, por estarmos todos juntos. Enquanto um estava tentando definir os grupos de pontos, outro estava dando opinião de como a planilha devia ser formatada. Enquanto um já saía fazendo o trabalho por conta própria, outro estava discutindo pontos fundamentais. O tempo escasso nos fazia ficar nervosos.
Somente depois de nos dividirmos em dois grupos conseguimos iniciar o trabalho, de fato. O grupo 2 ainda foi além: cada integrante fez seu trabalho, que foi consolidado depois em uma única classificação.
Comentando a experiência com um colega de trabalho, chegamos a algumas conclusões. Dentre elas, a que não há, ainda, um software que consiga mediar uma discussão como a que fizemos e ir gerando, automaticamente, uma síntese da inteligência coletiva aplicada em uma atividade. Com certeza, uma ferramenta com essa capacidade não seria nada simples, mas poderá ser construída no futuro.
Até que não dispomos dela, teremos que encontrar bons meios de organizar nosso trabalho, de forma que todos contribuam na obtenção do objetivo desejado. Nesse caso, a comunicação por chat tem limitações graves, e poderíamos ter apelado à outras formas (conversa com áudio e vídeo, por exemplo).
Enfim, foi a aula em que encontramos mais dificuldades na realização de uma tarefa até agora, o que nos rende boas reflexões para os próximos encontros.
terça-feira, 29 de março de 2016
segunda-feira, 28 de março de 2016
22/03/2016 - Aula 3 - Avaliando o trabalho dos colegas...
Na última aula da disciplina, tive que avaliar o trabalho dos colegas do grupo 2 - Penha, Fábio e Paulo, levando em conta o produto (a planta da casa), o processo e as ferramentas utilizadas.
Tenho certeza que, se depois de fazer a avaliação, tivéssemos que novamente fazer a planta da casa mantendo-nos no mesmo grupo, faríamos muitas coisas de modo diferente, levando em conta também os aspectos que o outro grupo julgou importante. O resultado, portanto, não seria mais de três pessoas somente, mas de, pelo menos, seis.
Isso acontece porque nós constantemente aprendemos com as pessoas que estão em contato conosco. Elas ajudam na transformação do nosso conhecimento.
Quando não olhamos apenas o resultado do trabalho, mas reparamos no processo, nos diálogos e decisões, conseguimos entender melhor o que foi considerado e formamos uma opinião crítica e mais justa. Assim, conseguimos projetar melhor, ponderando situações que passaram despercebidas anteriormente.
Fica novamente evidente a importância da troca de informações e experiências como forma de enriquecimento coletivo.
Tenho certeza que, se depois de fazer a avaliação, tivéssemos que novamente fazer a planta da casa mantendo-nos no mesmo grupo, faríamos muitas coisas de modo diferente, levando em conta também os aspectos que o outro grupo julgou importante. O resultado, portanto, não seria mais de três pessoas somente, mas de, pelo menos, seis.
Isso acontece porque nós constantemente aprendemos com as pessoas que estão em contato conosco. Elas ajudam na transformação do nosso conhecimento.
Quando não olhamos apenas o resultado do trabalho, mas reparamos no processo, nos diálogos e decisões, conseguimos entender melhor o que foi considerado e formamos uma opinião crítica e mais justa. Assim, conseguimos projetar melhor, ponderando situações que passaram despercebidas anteriormente.
Fica novamente evidente a importância da troca de informações e experiências como forma de enriquecimento coletivo.
segunda-feira, 21 de março de 2016
15/03/2016 - Aula 2 - Planejando a nossa casa...
É interessante observar como cada um de nós, ainda que engajados numa mesma tarefa, ponderamos ser mais importante essa ou aquela parte distinta, ou compreendemos os comandos dados para realização de algum projeto de forma única, a partir dos nossos próprios anseios.
Consegui ter essa experiência ao descrever como gostaria que fossem os cômodos destinados à higiene e nutrição dos habitantes da casa que estávamos projetando. Quando terminei essa parte e li as justificativas dos colegas do meu grupo para os espaços de estudo, trabalho, descanso e lazer, me espantei um pouco, pois eu havia feito até uma descrição dos móveis. Eles, porém, se detiveram em justificar a área que julgavam ser necessária para cada finalidade.
Inevitavelmente, perguntei a eles se eu havia feito errado. De fato, pra mim o "recheio" dos cômodos era importante, mas eles pensaram de forma diferente.
Concluí que cada um fez sua parte resgatando suas experiências de vida, o que já sabiam sobre edificações - considerando que não somos técnicos - e a partir do seu próprio entendimento da tarefa a ser executada, dentre outras coisas. E são exatamente esses fatores que nos diferenciam e que nos fazem crescer e aprender com nossos semelhantes.
Por isso a colaboração é tão importante. Uma pessoa só nem sempre consegue lembrar-se de tudo o que é necessário num projeto, ou conseguirá projetar algo que satisfaça a todos sem pedir, pelo menos, uma opinião. Ver as questões de outro ângulo, de forma mais aprofundada ou mais simplificada, também ajuda em nosso aprendizado.
Consegui ter essa experiência ao descrever como gostaria que fossem os cômodos destinados à higiene e nutrição dos habitantes da casa que estávamos projetando. Quando terminei essa parte e li as justificativas dos colegas do meu grupo para os espaços de estudo, trabalho, descanso e lazer, me espantei um pouco, pois eu havia feito até uma descrição dos móveis. Eles, porém, se detiveram em justificar a área que julgavam ser necessária para cada finalidade.
Inevitavelmente, perguntei a eles se eu havia feito errado. De fato, pra mim o "recheio" dos cômodos era importante, mas eles pensaram de forma diferente.
Concluí que cada um fez sua parte resgatando suas experiências de vida, o que já sabiam sobre edificações - considerando que não somos técnicos - e a partir do seu próprio entendimento da tarefa a ser executada, dentre outras coisas. E são exatamente esses fatores que nos diferenciam e que nos fazem crescer e aprender com nossos semelhantes.
Por isso a colaboração é tão importante. Uma pessoa só nem sempre consegue lembrar-se de tudo o que é necessário num projeto, ou conseguirá projetar algo que satisfaça a todos sem pedir, pelo menos, uma opinião. Ver as questões de outro ângulo, de forma mais aprofundada ou mais simplificada, também ajuda em nosso aprendizado.
quarta-feira, 16 de março de 2016
15/03/2016 - Aula 2 - Conhecendo os colegas...
No desenrolar da segunda aula da disciplina de Groupware e depois, no momento presente e com certeza durante todo o semestre, tive, tenho e terei a oportunidade de compartilhar minha experiência de aprendizado com os colegas. É o cumprimento da expectativa que eu tinha antes mesmo do início das aulas.
Porém, outro compartilhamento que fomos incentivados a fazer e que deveria ser de praxe iniciarmos em cada novo grupo que entramos foi o de disponibilizar nossas experiências de vida, nossos anseios, nossas preferências e o que mais julgamos importante em nossa página pessoal do PBWorks. Nos apresentar e se atentar para a apresentação dos outros deveria ser corriqueiro, porque esse conhecimento de quem é o nosso semelhante, ainda que sempre limitado, nos humaniza e nos possibilita evoluir em grupo, além de nos propiciar o companheirismo e a amizade.
A pressa nos estudos em chegar direto ao ponto, obter a nota, ser aprovado, e ignorar quem está ao nosso lado poderia fazer com que fôssemos reprovados na disciplina, no quesito da prática. Somente conhecendo mais de cada um passaremos a ser uma equipe que colabora entre si e que está disposta a chegar ao objetivo de forma coletiva.
Porém, outro compartilhamento que fomos incentivados a fazer e que deveria ser de praxe iniciarmos em cada novo grupo que entramos foi o de disponibilizar nossas experiências de vida, nossos anseios, nossas preferências e o que mais julgamos importante em nossa página pessoal do PBWorks. Nos apresentar e se atentar para a apresentação dos outros deveria ser corriqueiro, porque esse conhecimento de quem é o nosso semelhante, ainda que sempre limitado, nos humaniza e nos possibilita evoluir em grupo, além de nos propiciar o companheirismo e a amizade.
A pressa nos estudos em chegar direto ao ponto, obter a nota, ser aprovado, e ignorar quem está ao nosso lado poderia fazer com que fôssemos reprovados na disciplina, no quesito da prática. Somente conhecendo mais de cada um passaremos a ser uma equipe que colabora entre si e que está disposta a chegar ao objetivo de forma coletiva.
terça-feira, 8 de março de 2016
08/03/2016 - Aula 1 - Iniciando...
O primeiro dia de aula da disciplina de Ambientes e Ferramentas Computacionais para Suporte à Dinâmicas Colaborativas gerou em mim boas expectativas.
Durante essa aula, percebi como a necessidade de comunicação e colaboração entre pessoas dispersas geograficamente foi atendida com boa qualidade através do Hangouts. Comunicar-se através de texto, somente, seria uma tarefa mais difícil não só pelo delay que causaria, mas restringiria a nossa capacidade de transmitir e receber informação. Se tivéssemos somente texto e áudio, perderíamos ainda expressão física de cada um. A videoconferência nos ajudou bastante.
O desenvolvimento colaborativo do site no PBWorks demonstrou que não só a dispersão geográfica pôde ser vencida, como também a dessincronização do trabalho, visto que cada um fez alterações a seu tempo (e poderiam ter sido feitas em dias diferentes) e o ambiente salvou todo o conteúdo corretamente.
A colaboração também ocorreu quando alguém tinha problemas para configurar o microfone no Hangouts, fazer edições no PBWorks e fora desses dois sistemas, quando algum colega tinha dúvidas acerca de como gravar seu vídeo, postar no YouTube e compartilhar. Ou seja, agir colaborativamente é necessidade essencial a todos nós, e o fazemos, por vezes, sem tomar consciência.
Durante essa aula, percebi como a necessidade de comunicação e colaboração entre pessoas dispersas geograficamente foi atendida com boa qualidade através do Hangouts. Comunicar-se através de texto, somente, seria uma tarefa mais difícil não só pelo delay que causaria, mas restringiria a nossa capacidade de transmitir e receber informação. Se tivéssemos somente texto e áudio, perderíamos ainda expressão física de cada um. A videoconferência nos ajudou bastante.
O desenvolvimento colaborativo do site no PBWorks demonstrou que não só a dispersão geográfica pôde ser vencida, como também a dessincronização do trabalho, visto que cada um fez alterações a seu tempo (e poderiam ter sido feitas em dias diferentes) e o ambiente salvou todo o conteúdo corretamente.
A colaboração também ocorreu quando alguém tinha problemas para configurar o microfone no Hangouts, fazer edições no PBWorks e fora desses dois sistemas, quando algum colega tinha dúvidas acerca de como gravar seu vídeo, postar no YouTube e compartilhar. Ou seja, agir colaborativamente é necessidade essencial a todos nós, e o fazemos, por vezes, sem tomar consciência.
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