A aula do dia 14/06 serviu para nos ocuparmos, dentre outras coisas, em pensar como seria um sistema que possibilitasse a construção e avaliação de portfólios de aprendizagens (exatamente o que fazemos com este blog).
A ideia me fez imaginar quantas possibilidades um sistema desses traria para alunos e professores, levando em conta as limitações que um blog possui. Claro que muitas das funcionalidades já são atendidas, mas um sistema especializado poderia tratar melhor da questão avaliativa.
O que mais fica a desejar, na minha opinião, é a falta do perfil do professor: alguém que poderia fazer comentários orientativos e atribuir notas ou valores à produção.
Outra atividade que tivemos foi a de especificarmos requisitos para um sistema de navegação por terra, água e ar. As primeiras coisas que vêm à mente quando falamos nesse tipo de sistema são o GPS e os sistemas que fazem uso dele, tal como o Waze e o Google Maps.
Porém, eu e Ramon pensamos em algo diferente. Quando as pessoas vão fazer uma viagem a passeio para locais que não conhecem bem, geralmente carecem de opções para as atividades que desejam realizar. O importante nem sempre é chegar a um destino, mas curtir a viagem como um todo. Por isso, um sistema que possibilitasse aos amigos do viajante fazer indicações de locais poderia ser interessante.
Desse modo, a escolha do trajeto mais curto e/ou mais rápido pode ser uma questão secundária. Além disso, o percurso definido com os locais sugeridos poderia ser compartilhado, para que outras pessoas pudessem "copiar".
terça-feira, 14 de junho de 2016
31/05/2016 - Aula 13 - Desenvolvimento do Protótipo para Criação de Estórias Coletivas...
Depois de participarmos da dinâmica de criação de uma estória de maneira coletiva e especificarmos os requisitos de uma ferramenta que a suportasse, chegou o momento de desenvolvermos um protótipo com algumas funcionalidades.
Para isso, o professor Crediné indicou a linguagem Python e o framework Django. Durante a faculdade, tive um brevíssimo contato com ela. Quanto ao Django, apenas tinha ouvido falar. O que mais fica evidente quando se fala deles é a simplicidade e o poder de fazer "muita coisa" escrevendo pouco código.
Assim, entramos de cabeça no estudo de uma nova tecnologia para tentar desenvolver algo também novo. O nosso objetivo não é o produto em si, mas o aprendizado que essa experiência pode nos proporcionar.
Para isso, o professor Crediné indicou a linguagem Python e o framework Django. Durante a faculdade, tive um brevíssimo contato com ela. Quanto ao Django, apenas tinha ouvido falar. O que mais fica evidente quando se fala deles é a simplicidade e o poder de fazer "muita coisa" escrevendo pouco código.
Assim, entramos de cabeça no estudo de uma nova tecnologia para tentar desenvolver algo também novo. O nosso objetivo não é o produto em si, mas o aprendizado que essa experiência pode nos proporcionar.
sábado, 28 de maio de 2016
24/05/2016 - Aula 12 - Levantando requisitos para o sistema de textos coletivos... (parte 2)
Continuamos com a tarefa de levantar Requisitos Funcionais e Não-Funcionais para o sistema de produção coletiva de textos na aula do dia 24/05. Dessa vez, teríamos que fazer uma única relação de requisitos, "juntando" os que foram elencados pelas duplas. Pude perceber que estamos evoluindo e aprendendo a trabalhar colaborativamente no Google Docs.
Nas tarefas anteriores, tivemos dificuldades na coordenação do trabalho. Todos nós queríamos opinar de uma só vez sobre como completar a tarefa, e todos metiam a mão no documento. Isso nos fazia perder muito tempo até conseguir iniciar o trabalho.
Dessa vez, já deixamos que só um começasse com a edição do documento, e que depois mais um ajudasse, e com mais uns minutos, três editassem o mesmo documento sem se atrapalharem. Isso tornou a atividade mais produtiva.
A boa comunicação ocorrida entre nós também é um ponto a se destacar. Ninguém ficou fechado na sua ideia de como realizar o trabalho, mas soube opinar e acolher a ideia alheia como sendo válida e executável.
Nas tarefas anteriores, tivemos dificuldades na coordenação do trabalho. Todos nós queríamos opinar de uma só vez sobre como completar a tarefa, e todos metiam a mão no documento. Isso nos fazia perder muito tempo até conseguir iniciar o trabalho.
Dessa vez, já deixamos que só um começasse com a edição do documento, e que depois mais um ajudasse, e com mais uns minutos, três editassem o mesmo documento sem se atrapalharem. Isso tornou a atividade mais produtiva.
A boa comunicação ocorrida entre nós também é um ponto a se destacar. Ninguém ficou fechado na sua ideia de como realizar o trabalho, mas soube opinar e acolher a ideia alheia como sendo válida e executável.
terça-feira, 17 de maio de 2016
17/05/2016 - Aula 11 - Levantando requisitos para o sistema de textos coletivos...
Na aula de hoje, em dupla, nós elaboramos os Requisitos Funcionais e Não-Funcionais do sistema de produção de textos coletivos. O trabalho consistiu em "juntar" os requisitos já elencados por nós individualmente, reavaliá-los, reajustá-los e incluir aquilo que faltou.
O que me chamou a atenção não foi a atividade em si, mas a certa demora que tivemos para decidir qual ferramenta iríamos utilizar. Para algo simples, como mesclar duas listas, muitos softwares dariam conta do recado, não sendo necessário o suporte à colaboração, já que a comunicação estava sendo feita por meio do chat. Algumas ferramentas seriam mais versáteis, outras mais rudimentares. Mas uma discussão para decidir qual sistema usar antes de se iniciar um novo trabalho é sempre conveniente.
A grande maioria dos usuários se acostumam com os softwares que usam corriqueiramente, e não são capazes de buscar outros que possam facilitar seu trabalho e lhes poupar tempo. Vale a pena discutir e tentar achar a ferramenta mais adequada antes de começar, para que se possa alcançar um resultado melhor e menos custoso.
Provavelmente, muitas pessoas ainda fazem a edição "off-line" de documentos, planilhas, apresentações e afins e os enviam por e-mail, quando poderiam usar o compartilhamento e a edição diretamente no Google Drive e no Google Docs, por exemplo.
Como ocorre em outras questões, o desconhecimento e um certo medo do novo sempre nos deixam amarrados a velhas abordagens, mas devemos superá-los e deixarmos que o novo traga consigo novas experiências.
O que me chamou a atenção não foi a atividade em si, mas a certa demora que tivemos para decidir qual ferramenta iríamos utilizar. Para algo simples, como mesclar duas listas, muitos softwares dariam conta do recado, não sendo necessário o suporte à colaboração, já que a comunicação estava sendo feita por meio do chat. Algumas ferramentas seriam mais versáteis, outras mais rudimentares. Mas uma discussão para decidir qual sistema usar antes de se iniciar um novo trabalho é sempre conveniente.
A grande maioria dos usuários se acostumam com os softwares que usam corriqueiramente, e não são capazes de buscar outros que possam facilitar seu trabalho e lhes poupar tempo. Vale a pena discutir e tentar achar a ferramenta mais adequada antes de começar, para que se possa alcançar um resultado melhor e menos custoso.
Provavelmente, muitas pessoas ainda fazem a edição "off-line" de documentos, planilhas, apresentações e afins e os enviam por e-mail, quando poderiam usar o compartilhamento e a edição diretamente no Google Drive e no Google Docs, por exemplo.
Como ocorre em outras questões, o desconhecimento e um certo medo do novo sempre nos deixam amarrados a velhas abordagens, mas devemos superá-los e deixarmos que o novo traga consigo novas experiências.
quinta-feira, 12 de maio de 2016
10/05/2016 - Aula 10 - Escrevendo um texto de forma coletiva...
O encontro do dia 10/05 foi o mais divertido até aqui. Nele, produzimos um texto de maneira coletiva, num grupo de três pessoas. Depois de escrito o primeiro parágrafo em consenso, cada um dos parágrafos seguintes foi escrito por um integrante. O processo foi repetido três vezes (ou seja, cada integrante pôde escrever três parágrafos), e a ordem de escrita foi mantida durante o processo.
Não foi combinado nada sobre o que devia ser escrito, que rumo a estória deveria tomar etc. Fora apenas definido previamente o título ("Uma aula quase virtual") e o gênero (Comédia/Aventura).
Acabamos utilizando alguns recursos que nos ajudaram no desenvolvimento do texto. O fato de termos nos incluído como personagens fez com que utilizássemos fatos da vida real ou piadas já feitas por outros a partir dela para incrementar nossa narrativa. A tarefa nos rendeu boas risadas e o texto ficou hilário.
A cada parágrafo que escrevíamos, imaginávamos como seria a sequência da estória. Mas ao ceder a vez para os outros colegas e retornar à escrita, víamos que o texto tinha se pendido para outro lado não imaginado por nós. Por isso, a atividade nos fez exercitar muito nossa imaginação e nos readaptar rapidamente a cada trecho produzido.
Depois, já experimentados da dinâmica, foi mais fácil levantar os requisitos para um sistema que possibilitasse a produção coletiva de textos.
Não foi combinado nada sobre o que devia ser escrito, que rumo a estória deveria tomar etc. Fora apenas definido previamente o título ("Uma aula quase virtual") e o gênero (Comédia/Aventura).
Acabamos utilizando alguns recursos que nos ajudaram no desenvolvimento do texto. O fato de termos nos incluído como personagens fez com que utilizássemos fatos da vida real ou piadas já feitas por outros a partir dela para incrementar nossa narrativa. A tarefa nos rendeu boas risadas e o texto ficou hilário.
A cada parágrafo que escrevíamos, imaginávamos como seria a sequência da estória. Mas ao ceder a vez para os outros colegas e retornar à escrita, víamos que o texto tinha se pendido para outro lado não imaginado por nós. Por isso, a atividade nos fez exercitar muito nossa imaginação e nos readaptar rapidamente a cada trecho produzido.
Depois, já experimentados da dinâmica, foi mais fácil levantar os requisitos para um sistema que possibilitasse a produção coletiva de textos.
03/05/2016 - Aula 9 - Construindo um mapa conceitual...
No dia 03/05, pude ampliar meus conhecimentos acerca de ambientes virtuais de interação através da leitura da tese de doutorado de Hugo Paredes, que tem como título "Uma Arquitectura de Software Dinâmica para a Criação de Ambientes de Interacção Social Regulada na Web." Enquanto fazia a leitura, contruí um mapa conceitual com aquilo que julguei mais importante:
Como já havia notado em atividades anteriores, para quem o produz, o mapa conceitual ajuda a sintetizar e reforçar conhecimentos. Para quem o vê, ajuda a ter uma visão geral e imediata de determinado assunto, facilitando a compreensão.
Dada a grande quantidade de conceitos abordados pelo texto, a atividade de construção do mapa foi trabalhosa. Porém, quando precisar revisitar o assunto, conseguirei relembrar mais facilmente os termos e suas relações visualizando o mapa, poupando tempo e esforço.
Como já havia notado em atividades anteriores, para quem o produz, o mapa conceitual ajuda a sintetizar e reforçar conhecimentos. Para quem o vê, ajuda a ter uma visão geral e imediata de determinado assunto, facilitando a compreensão.
Dada a grande quantidade de conceitos abordados pelo texto, a atividade de construção do mapa foi trabalhosa. Porém, quando precisar revisitar o assunto, conseguirei relembrar mais facilmente os termos e suas relações visualizando o mapa, poupando tempo e esforço.
quarta-feira, 27 de abril de 2016
26/04/2016 - Aula 8 - Apresentando trabalho individual...
A partir do artigo "A Conceptual Model of Groupware", produzimos slides e apresentamos durante a aula do dia 26/04. Achei esta produção bem interessante e atual, apesar de ter sido feita em 1994. As ferramentas e ambientes com apoio à colaboração que estão disponíveis atualmente podem facilmente ser caracterizados de acordo com a abordagem proposta pelos autores. A tecnologia evoluiu, mas os conceitos permanecem praticamente inalterados.
Isso pode levar a alguém questionar se, nessa perspectiva de modelagem, não estamos muito conformados com o que já foi afirmado a vinte anos atrás. A resposta pode ser "sim", mas quando consideramos que os autores estão analisando a estrutura do sistema do ponto de vista do usuário, conclui-se que dificilmente ela será ultrapassada. Pode ser que alguns conceitos de nível mais baixo sejam mudados, mas a divisão em três modelos continuará em voga por muito tempo.
Quanto às apresentações que fizemos na aula, percebi que o entendimento dos colegas sobre alguns pontos do artigo foi diferente do meu, e pude complementar meu conhecimento acerca deles. Por outro lado, cada um ressaltou os conceitos que achou mais interessantes, o que nos deu uma visão mais aprofundada sobre eles.
Por fim, essa dinâmica de reunião realizada através do Hangouts, com compartilhamentos de tela e tudo mais, faz com que a distância não seja mais um problema a ser vencido, mas um fator que abre novas possibilidades de interação entre nós.
Isso pode levar a alguém questionar se, nessa perspectiva de modelagem, não estamos muito conformados com o que já foi afirmado a vinte anos atrás. A resposta pode ser "sim", mas quando consideramos que os autores estão analisando a estrutura do sistema do ponto de vista do usuário, conclui-se que dificilmente ela será ultrapassada. Pode ser que alguns conceitos de nível mais baixo sejam mudados, mas a divisão em três modelos continuará em voga por muito tempo.
Quanto às apresentações que fizemos na aula, percebi que o entendimento dos colegas sobre alguns pontos do artigo foi diferente do meu, e pude complementar meu conhecimento acerca deles. Por outro lado, cada um ressaltou os conceitos que achou mais interessantes, o que nos deu uma visão mais aprofundada sobre eles.
Por fim, essa dinâmica de reunião realizada através do Hangouts, com compartilhamentos de tela e tudo mais, faz com que a distância não seja mais um problema a ser vencido, mas um fator que abre novas possibilidades de interação entre nós.
terça-feira, 26 de abril de 2016
19/04/2016 - Aula 7 - Apresentando trabalho em grupo e revisando as aulas...
Tivemos a oportunidade de apresentar o resultado da atividade da aula anterior, na qual tínhamos descrito o problema - construir a planta de uma casa de maneira colaborativa/cooperativa, elencado os requisitos funcionais e não-funcionais e definido a proposta de um sistema que atendesse à essa demanda.
As idéias que surgiram após a apresentação dos grupos reforçaram o que já havíamos constatado anteriormente: algumas funcionalidades da solução que um grupo propôs poderiam ser reformuladas e melhoradas a partir das opiniões do outro, que assistiu à apresentação. Ou seja, a avaliação externa traz questões antes impensadas, que podem ser levadas em consideração para a obtenção de soluções mais adequadas.
Nessa aula fizemos, também, um exercício de escrever o que aprendemos nas aulas da disciplina e avaliar o método utilizado. No primeiro desses dois pontos, tive certa dificuldade, pois geralmente o que aprendemos não é facilmente expresso por meio das palavras. É o tal "saber para si"; porém, traduzir em texto ajuda a revisitar e sintetizar os conhecimentos, e dá a oportunidade de visualizar fisicamente o nosso progresso.
Quanto à dinâmica das aulas, tenho gostado bastante. Como lá escrevi, está sendo obrigatório conhecer ferramentas colaborativas que nos ajudem nas atividades da disciplina. Estamos praticando a colaboração a todo instante, e estamos conseguindo avaliar de forma bem aprofundada os sistemas que usamos.
As idéias que surgiram após a apresentação dos grupos reforçaram o que já havíamos constatado anteriormente: algumas funcionalidades da solução que um grupo propôs poderiam ser reformuladas e melhoradas a partir das opiniões do outro, que assistiu à apresentação. Ou seja, a avaliação externa traz questões antes impensadas, que podem ser levadas em consideração para a obtenção de soluções mais adequadas.
Nessa aula fizemos, também, um exercício de escrever o que aprendemos nas aulas da disciplina e avaliar o método utilizado. No primeiro desses dois pontos, tive certa dificuldade, pois geralmente o que aprendemos não é facilmente expresso por meio das palavras. É o tal "saber para si"; porém, traduzir em texto ajuda a revisitar e sintetizar os conhecimentos, e dá a oportunidade de visualizar fisicamente o nosso progresso.
Quanto à dinâmica das aulas, tenho gostado bastante. Como lá escrevi, está sendo obrigatório conhecer ferramentas colaborativas que nos ajudem nas atividades da disciplina. Estamos praticando a colaboração a todo instante, e estamos conseguindo avaliar de forma bem aprofundada os sistemas que usamos.
terça-feira, 12 de abril de 2016
12/04/2016 - Aula 6 - Propondo um novo sistema colaborativo...
Durante a aula do dia 12/04, nós terminamos a especificação de um sistema colaborativo para desenho de plantas de casas.
Claro que simplificamos o sistema, nos detendo nos seus aspectos principais. Mas tal ferramenta, se desenvolvida, seria sofisticada o bastante para permitir que vários usuários pudessem fazer alterações simultâneas na planta, e inclusive se comunicar durante o processo.
Ao usuário, que precisa interagir com outras pessoas e com o sistema durante a execução do trabalho colaborativo, ter uma ferramenta unificada é de grande valia. Só pelo fato de não precisar ficar alternando entre a tela do sistema e uma tela de chat de outro sistema, por exemplo, o usuário já tem ganhos em produtividade. Além disso, os dados do projeto e das interações ficam armazenados num só local, o que se torna mais mais seguro.
Percebi que muitas das características desse sistema e de quase todos os outros que oferecem suporte à colaboração são as mesmas. É por isso que o artigo "A Conceptual Model to Groupware" que lemos faz todo o sentido. Independente de qual for o domínio, pode-se dividir e modelar conceitualmente os sistemas colaborativos sob o ponto de vista do usuário, levando em conta essas características.
Dessa leitura em diante, estarei mais atento como a divisão em três módulos ocorre nos sistemas colaborativos que conhecerei ou que irei projetar, e como conceituá-los de acordo com a visão dos autores do artigo.
Claro que simplificamos o sistema, nos detendo nos seus aspectos principais. Mas tal ferramenta, se desenvolvida, seria sofisticada o bastante para permitir que vários usuários pudessem fazer alterações simultâneas na planta, e inclusive se comunicar durante o processo.
Ao usuário, que precisa interagir com outras pessoas e com o sistema durante a execução do trabalho colaborativo, ter uma ferramenta unificada é de grande valia. Só pelo fato de não precisar ficar alternando entre a tela do sistema e uma tela de chat de outro sistema, por exemplo, o usuário já tem ganhos em produtividade. Além disso, os dados do projeto e das interações ficam armazenados num só local, o que se torna mais mais seguro.
Percebi que muitas das características desse sistema e de quase todos os outros que oferecem suporte à colaboração são as mesmas. É por isso que o artigo "A Conceptual Model to Groupware" que lemos faz todo o sentido. Independente de qual for o domínio, pode-se dividir e modelar conceitualmente os sistemas colaborativos sob o ponto de vista do usuário, levando em conta essas características.
Dessa leitura em diante, estarei mais atento como a divisão em três módulos ocorre nos sistemas colaborativos que conhecerei ou que irei projetar, e como conceituá-los de acordo com a visão dos autores do artigo.
05/04/2016 - Aula 5 - Corrigindo os erros da aula anterior (ou tentando)...
Conforme expliquei na postagem anterior, aprendemos "na marra" a importância da coordenação e planejamento no trabalho colaborativo. Assim, na aula do dia 05/04, já estávamos mais atentos, e menos ansiosos para chegarmos ao resultado final (a pressa havia nos atrapalhado, anteriormente).
Mesmo assim, houve uma falha no quesito estratégia. Na elaboração da planilha final com os agrupamentos dos pontos a serem observados para uma boa postagem no blog, estávamos executando um retrabalho nos itens que foram colocados em grupos diferentes pelos dois grupos de alunos.
Depois de reconhecida essa falha, optou-se por fazer um "merge" das planilhas de cada grupo.
Para mim, ler os pontos escritos pelos outros colegas me deu outras visões sobre a tarefa, e está me auxiliando na elaboração de postagens melhores. Já tenho outras visões e possibilidades não pensadas anteriormente.
Quanto à atividade de agrupamento dos pontos, ficou o aprendizado da importância do mediador na discussão e da necessidade de planejar adequadamente a tarefa, assim como deve ocorrer na engenharia de software. O planejamento deve ser bem avaliado e discutido, para que não haja perda de tempo com questões de pouca importância e retrabalhos.
Mesmo assim, houve uma falha no quesito estratégia. Na elaboração da planilha final com os agrupamentos dos pontos a serem observados para uma boa postagem no blog, estávamos executando um retrabalho nos itens que foram colocados em grupos diferentes pelos dois grupos de alunos.
Depois de reconhecida essa falha, optou-se por fazer um "merge" das planilhas de cada grupo.
Para mim, ler os pontos escritos pelos outros colegas me deu outras visões sobre a tarefa, e está me auxiliando na elaboração de postagens melhores. Já tenho outras visões e possibilidades não pensadas anteriormente.
Quanto à atividade de agrupamento dos pontos, ficou o aprendizado da importância do mediador na discussão e da necessidade de planejar adequadamente a tarefa, assim como deve ocorrer na engenharia de software. O planejamento deve ser bem avaliado e discutido, para que não haja perda de tempo com questões de pouca importância e retrabalhos.
terça-feira, 29 de março de 2016
29/03/2016 - Aula 4 - Tentando realizar um trabalho em grupo...
Hoje tivemos que passar por uma situação complicada ao tentar realizar um trabalho em grupo. Foi quando o professor Crediné pediu que separássemos, em grupos, todos os pontos para uma boa postagem elencados por nós mesmos.
Não foi definido um passo-a-passo a ser seguido; não foi definido um critério para a criação de grupos; não fomos divididos em grupos, para facilitar o trabalho. Ou seja, algo totalmente novo se comparado à atividade anterior, da construção das plantas da casa. Com isso, gastamos um bom tempo discutindo como íamos realizar a tarefa, antes de iniciá-la.
O mais curioso foi perceber como tivemos dificuldade nesse passo, por estarmos todos juntos. Enquanto um estava tentando definir os grupos de pontos, outro estava dando opinião de como a planilha devia ser formatada. Enquanto um já saía fazendo o trabalho por conta própria, outro estava discutindo pontos fundamentais. O tempo escasso nos fazia ficar nervosos.
Somente depois de nos dividirmos em dois grupos conseguimos iniciar o trabalho, de fato. O grupo 2 ainda foi além: cada integrante fez seu trabalho, que foi consolidado depois em uma única classificação.
Comentando a experiência com um colega de trabalho, chegamos a algumas conclusões. Dentre elas, a que não há, ainda, um software que consiga mediar uma discussão como a que fizemos e ir gerando, automaticamente, uma síntese da inteligência coletiva aplicada em uma atividade. Com certeza, uma ferramenta com essa capacidade não seria nada simples, mas poderá ser construída no futuro.
Até que não dispomos dela, teremos que encontrar bons meios de organizar nosso trabalho, de forma que todos contribuam na obtenção do objetivo desejado. Nesse caso, a comunicação por chat tem limitações graves, e poderíamos ter apelado à outras formas (conversa com áudio e vídeo, por exemplo).
Enfim, foi a aula em que encontramos mais dificuldades na realização de uma tarefa até agora, o que nos rende boas reflexões para os próximos encontros.
Não foi definido um passo-a-passo a ser seguido; não foi definido um critério para a criação de grupos; não fomos divididos em grupos, para facilitar o trabalho. Ou seja, algo totalmente novo se comparado à atividade anterior, da construção das plantas da casa. Com isso, gastamos um bom tempo discutindo como íamos realizar a tarefa, antes de iniciá-la.
O mais curioso foi perceber como tivemos dificuldade nesse passo, por estarmos todos juntos. Enquanto um estava tentando definir os grupos de pontos, outro estava dando opinião de como a planilha devia ser formatada. Enquanto um já saía fazendo o trabalho por conta própria, outro estava discutindo pontos fundamentais. O tempo escasso nos fazia ficar nervosos.
Somente depois de nos dividirmos em dois grupos conseguimos iniciar o trabalho, de fato. O grupo 2 ainda foi além: cada integrante fez seu trabalho, que foi consolidado depois em uma única classificação.
Comentando a experiência com um colega de trabalho, chegamos a algumas conclusões. Dentre elas, a que não há, ainda, um software que consiga mediar uma discussão como a que fizemos e ir gerando, automaticamente, uma síntese da inteligência coletiva aplicada em uma atividade. Com certeza, uma ferramenta com essa capacidade não seria nada simples, mas poderá ser construída no futuro.
Até que não dispomos dela, teremos que encontrar bons meios de organizar nosso trabalho, de forma que todos contribuam na obtenção do objetivo desejado. Nesse caso, a comunicação por chat tem limitações graves, e poderíamos ter apelado à outras formas (conversa com áudio e vídeo, por exemplo).
Enfim, foi a aula em que encontramos mais dificuldades na realização de uma tarefa até agora, o que nos rende boas reflexões para os próximos encontros.
segunda-feira, 28 de março de 2016
22/03/2016 - Aula 3 - Avaliando o trabalho dos colegas...
Na última aula da disciplina, tive que avaliar o trabalho dos colegas do grupo 2 - Penha, Fábio e Paulo, levando em conta o produto (a planta da casa), o processo e as ferramentas utilizadas.
Tenho certeza que, se depois de fazer a avaliação, tivéssemos que novamente fazer a planta da casa mantendo-nos no mesmo grupo, faríamos muitas coisas de modo diferente, levando em conta também os aspectos que o outro grupo julgou importante. O resultado, portanto, não seria mais de três pessoas somente, mas de, pelo menos, seis.
Isso acontece porque nós constantemente aprendemos com as pessoas que estão em contato conosco. Elas ajudam na transformação do nosso conhecimento.
Quando não olhamos apenas o resultado do trabalho, mas reparamos no processo, nos diálogos e decisões, conseguimos entender melhor o que foi considerado e formamos uma opinião crítica e mais justa. Assim, conseguimos projetar melhor, ponderando situações que passaram despercebidas anteriormente.
Fica novamente evidente a importância da troca de informações e experiências como forma de enriquecimento coletivo.
Tenho certeza que, se depois de fazer a avaliação, tivéssemos que novamente fazer a planta da casa mantendo-nos no mesmo grupo, faríamos muitas coisas de modo diferente, levando em conta também os aspectos que o outro grupo julgou importante. O resultado, portanto, não seria mais de três pessoas somente, mas de, pelo menos, seis.
Isso acontece porque nós constantemente aprendemos com as pessoas que estão em contato conosco. Elas ajudam na transformação do nosso conhecimento.
Quando não olhamos apenas o resultado do trabalho, mas reparamos no processo, nos diálogos e decisões, conseguimos entender melhor o que foi considerado e formamos uma opinião crítica e mais justa. Assim, conseguimos projetar melhor, ponderando situações que passaram despercebidas anteriormente.
Fica novamente evidente a importância da troca de informações e experiências como forma de enriquecimento coletivo.
segunda-feira, 21 de março de 2016
15/03/2016 - Aula 2 - Planejando a nossa casa...
É interessante observar como cada um de nós, ainda que engajados numa mesma tarefa, ponderamos ser mais importante essa ou aquela parte distinta, ou compreendemos os comandos dados para realização de algum projeto de forma única, a partir dos nossos próprios anseios.
Consegui ter essa experiência ao descrever como gostaria que fossem os cômodos destinados à higiene e nutrição dos habitantes da casa que estávamos projetando. Quando terminei essa parte e li as justificativas dos colegas do meu grupo para os espaços de estudo, trabalho, descanso e lazer, me espantei um pouco, pois eu havia feito até uma descrição dos móveis. Eles, porém, se detiveram em justificar a área que julgavam ser necessária para cada finalidade.
Inevitavelmente, perguntei a eles se eu havia feito errado. De fato, pra mim o "recheio" dos cômodos era importante, mas eles pensaram de forma diferente.
Concluí que cada um fez sua parte resgatando suas experiências de vida, o que já sabiam sobre edificações - considerando que não somos técnicos - e a partir do seu próprio entendimento da tarefa a ser executada, dentre outras coisas. E são exatamente esses fatores que nos diferenciam e que nos fazem crescer e aprender com nossos semelhantes.
Por isso a colaboração é tão importante. Uma pessoa só nem sempre consegue lembrar-se de tudo o que é necessário num projeto, ou conseguirá projetar algo que satisfaça a todos sem pedir, pelo menos, uma opinião. Ver as questões de outro ângulo, de forma mais aprofundada ou mais simplificada, também ajuda em nosso aprendizado.
Consegui ter essa experiência ao descrever como gostaria que fossem os cômodos destinados à higiene e nutrição dos habitantes da casa que estávamos projetando. Quando terminei essa parte e li as justificativas dos colegas do meu grupo para os espaços de estudo, trabalho, descanso e lazer, me espantei um pouco, pois eu havia feito até uma descrição dos móveis. Eles, porém, se detiveram em justificar a área que julgavam ser necessária para cada finalidade.
Inevitavelmente, perguntei a eles se eu havia feito errado. De fato, pra mim o "recheio" dos cômodos era importante, mas eles pensaram de forma diferente.
Concluí que cada um fez sua parte resgatando suas experiências de vida, o que já sabiam sobre edificações - considerando que não somos técnicos - e a partir do seu próprio entendimento da tarefa a ser executada, dentre outras coisas. E são exatamente esses fatores que nos diferenciam e que nos fazem crescer e aprender com nossos semelhantes.
Por isso a colaboração é tão importante. Uma pessoa só nem sempre consegue lembrar-se de tudo o que é necessário num projeto, ou conseguirá projetar algo que satisfaça a todos sem pedir, pelo menos, uma opinião. Ver as questões de outro ângulo, de forma mais aprofundada ou mais simplificada, também ajuda em nosso aprendizado.
quarta-feira, 16 de março de 2016
15/03/2016 - Aula 2 - Conhecendo os colegas...
No desenrolar da segunda aula da disciplina de Groupware e depois, no momento presente e com certeza durante todo o semestre, tive, tenho e terei a oportunidade de compartilhar minha experiência de aprendizado com os colegas. É o cumprimento da expectativa que eu tinha antes mesmo do início das aulas.
Porém, outro compartilhamento que fomos incentivados a fazer e que deveria ser de praxe iniciarmos em cada novo grupo que entramos foi o de disponibilizar nossas experiências de vida, nossos anseios, nossas preferências e o que mais julgamos importante em nossa página pessoal do PBWorks. Nos apresentar e se atentar para a apresentação dos outros deveria ser corriqueiro, porque esse conhecimento de quem é o nosso semelhante, ainda que sempre limitado, nos humaniza e nos possibilita evoluir em grupo, além de nos propiciar o companheirismo e a amizade.
A pressa nos estudos em chegar direto ao ponto, obter a nota, ser aprovado, e ignorar quem está ao nosso lado poderia fazer com que fôssemos reprovados na disciplina, no quesito da prática. Somente conhecendo mais de cada um passaremos a ser uma equipe que colabora entre si e que está disposta a chegar ao objetivo de forma coletiva.
Porém, outro compartilhamento que fomos incentivados a fazer e que deveria ser de praxe iniciarmos em cada novo grupo que entramos foi o de disponibilizar nossas experiências de vida, nossos anseios, nossas preferências e o que mais julgamos importante em nossa página pessoal do PBWorks. Nos apresentar e se atentar para a apresentação dos outros deveria ser corriqueiro, porque esse conhecimento de quem é o nosso semelhante, ainda que sempre limitado, nos humaniza e nos possibilita evoluir em grupo, além de nos propiciar o companheirismo e a amizade.
A pressa nos estudos em chegar direto ao ponto, obter a nota, ser aprovado, e ignorar quem está ao nosso lado poderia fazer com que fôssemos reprovados na disciplina, no quesito da prática. Somente conhecendo mais de cada um passaremos a ser uma equipe que colabora entre si e que está disposta a chegar ao objetivo de forma coletiva.
terça-feira, 8 de março de 2016
08/03/2016 - Aula 1 - Iniciando...
O primeiro dia de aula da disciplina de Ambientes e Ferramentas Computacionais para Suporte à Dinâmicas Colaborativas gerou em mim boas expectativas.
Durante essa aula, percebi como a necessidade de comunicação e colaboração entre pessoas dispersas geograficamente foi atendida com boa qualidade através do Hangouts. Comunicar-se através de texto, somente, seria uma tarefa mais difícil não só pelo delay que causaria, mas restringiria a nossa capacidade de transmitir e receber informação. Se tivéssemos somente texto e áudio, perderíamos ainda expressão física de cada um. A videoconferência nos ajudou bastante.
O desenvolvimento colaborativo do site no PBWorks demonstrou que não só a dispersão geográfica pôde ser vencida, como também a dessincronização do trabalho, visto que cada um fez alterações a seu tempo (e poderiam ter sido feitas em dias diferentes) e o ambiente salvou todo o conteúdo corretamente.
A colaboração também ocorreu quando alguém tinha problemas para configurar o microfone no Hangouts, fazer edições no PBWorks e fora desses dois sistemas, quando algum colega tinha dúvidas acerca de como gravar seu vídeo, postar no YouTube e compartilhar. Ou seja, agir colaborativamente é necessidade essencial a todos nós, e o fazemos, por vezes, sem tomar consciência.
Durante essa aula, percebi como a necessidade de comunicação e colaboração entre pessoas dispersas geograficamente foi atendida com boa qualidade através do Hangouts. Comunicar-se através de texto, somente, seria uma tarefa mais difícil não só pelo delay que causaria, mas restringiria a nossa capacidade de transmitir e receber informação. Se tivéssemos somente texto e áudio, perderíamos ainda expressão física de cada um. A videoconferência nos ajudou bastante.
O desenvolvimento colaborativo do site no PBWorks demonstrou que não só a dispersão geográfica pôde ser vencida, como também a dessincronização do trabalho, visto que cada um fez alterações a seu tempo (e poderiam ter sido feitas em dias diferentes) e o ambiente salvou todo o conteúdo corretamente.
A colaboração também ocorreu quando alguém tinha problemas para configurar o microfone no Hangouts, fazer edições no PBWorks e fora desses dois sistemas, quando algum colega tinha dúvidas acerca de como gravar seu vídeo, postar no YouTube e compartilhar. Ou seja, agir colaborativamente é necessidade essencial a todos nós, e o fazemos, por vezes, sem tomar consciência.
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