Durante a aula do dia 12/04, nós terminamos a especificação de um sistema colaborativo para desenho de plantas de casas.
Claro que simplificamos o sistema, nos detendo nos seus aspectos principais. Mas tal ferramenta, se desenvolvida, seria sofisticada o bastante para permitir que vários usuários pudessem fazer alterações simultâneas na planta, e inclusive se comunicar durante o processo.
Ao usuário, que precisa interagir com outras pessoas e com o sistema durante a execução do trabalho colaborativo, ter uma ferramenta unificada é de grande valia. Só pelo fato de não precisar ficar alternando entre a tela do sistema e uma tela de chat de outro sistema, por exemplo, o usuário já tem ganhos em produtividade. Além disso, os dados do projeto e das interações ficam armazenados num só local, o que se torna mais mais seguro.
Percebi que muitas das características desse sistema e de quase todos os outros que oferecem suporte à colaboração são as mesmas. É por isso que o artigo "A Conceptual Model to Groupware" que lemos faz todo o sentido. Independente de qual for o domínio, pode-se dividir e modelar conceitualmente os sistemas colaborativos sob o ponto de vista do usuário, levando em conta essas características.
Dessa leitura em diante, estarei mais atento como a divisão em três módulos ocorre nos sistemas colaborativos que conhecerei ou que irei projetar, e como conceituá-los de acordo com a visão dos autores do artigo.
Realmente simplificamos Marcos rsrsrs. Foi muito interessante a tarefa de elaborar esse projeto colaborativo e realmente ele ficou bem alto nível, seria bem mais extenso caso fôssemos pensar em detalhes todas as suas funcionalidades, especialmente a parte do projeto da planta. A arquitetura dos sistemas colaborativos tem sua complexidade rsrs.
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